Como um tigre macho
Eu tenho-te como minha fêmea
Para usar e abusar
Fazer-te o que quiser a meu belprazer
Abocanhar esse pescoço
Quando estiver esfomeado
Deitar-te na Posição
E rugir à Escuridão
Dentro da minha grande pata
Eu te tenho, minha e segura
Bem apertada
Quente e bem tratada
Nem sempre sou eu que domino
Também tu me cravas as garras
No lombo, no peito
Rasgando pêlo e musculo
Quando outro macho
Te fareja e para ti caminha
Luto com o forte corpo
E rujo de fúria: "É MINHA!"
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